quarta-feira, 20 de maio de 2009
FILME STIGMATA
STIGMATA
“Belo Quinto, Brazil”, uma ficção...
“Política, futebol e religião não se discutem”, uma advertência plantada pela mediocridade e pela insustentabilidade de justificativas e dogmas de interesses e atos de alienação e/ou dominação.
19/05/09
“novaigrejadoeu.blogspot.com”
domingo, 17 de maio de 2009
o amanhecer na rua das orquídeas....
OK, CLAUDEIR, ACEITO A PROPOSTA DE DIVULGAR E ARCAR COM COMENTÁRIOS E QUESTIONAMENTOS ABERTOS
O nascedeouro da IdE
Como não lembrar de tantos dias amanhecendo, enquanto “lá no cantinho da rua das Orquídeas...”, meu pequeno sítio no Paraíso, Fernandópolis, preparávamos o conceito da idéia da IdE. Hoje, inicia-se “uma nova experiência”, um encontro e soma de opiniões e vivencias. 12 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
IGREJA DO EU "EU SOU..."
EU SOU...
Ouvir, estar atento, esta extraordinária experiência, posso compartilhar contigo, mas deixo claro, não é mágico, é um direito, e relembro o “vigiai orai”.
”Eu sou”, afirmas no teu texto como retorno apropriado ao “quem és?”, e veja, encontrei um texto ainda redigido nos preliminares diálogos nossos sobre a IdE, datada em 2000, Paraíso, Fernandópolis. Transcrevo abaixo.
No rastro dos antigos gregos, vale reforçar a secular afirmativa “Homem, conheça-te a ti mesmo”. “Soul” não é mais um texto de auto-socorro, enumerando características de sucesso, reproduzindo testes, mencionando estatísticas. Para ainda mais engrossar a lista de propostas iguais? Oder?
Cabe, porém, uma reflexão. Foram, os próprios filósofos gregos que, concomitantemente, com o desafio, anteciparem a interpretação que desejo destacar: “Homem” no singular! Unicidade. Somos o que somos. E, para o retorno à universal interrogação “quem sou?” não há resposta outra, senão o título deste texto: “Sou”.
A ciência avança nas técnicas da clonagem, mas a própria Dolly é apenas outra “Sou”.
Há, entretanto, características que tornam o “sou” um orgulhosamente único. Viemos e vamos, e nesse ínterim os sonhos são apenas nossos. Valores, nosso íntimo, é um “sou” inviolável. A exteriorização respeita a cultura e as posturas circunstanciais e pontuais, de modo espontâneo e sem prejuízo a nossa individualidade. Tudo é naturalmente vivenciado. Tem por objetivo ser correto, correção que abraça todos os objetivos positivamente imagináveis. O brilho e o acerto provêm do legitimo sentimento mais elevado, o amor incondicional**.
** termo de Krishnamurti


